11 novidades tecnológicas que vão impactar sua empresa em 2017 Postado por: AMTI - 03/05/17


As inovações na área de Tecnologia da Informação podem trazer ótimas oportunidades de negócio e melhorar ainda mais seu relacionamento com clientes. Segundo a Agenda 2017, estudo realizado pela Deloitte, empresas que desenvolvem tecnologias e abordagens disruptivas terão um grande potencial para percorrer o caminho da transformação digital e, consequentemente, aprimorar seus processos neste ano.

No entanto, para que isso aconteça é preciso acompanhar de perto o mercado de TI, informar e orientar colaboradores e planejar seus investimentos para incorporar todas as inovações. Sua empresa está preparada para isso? Para que o seu negócio não fique por fora das principais tendências, fizemos um apanhado das novidades tecnológicas que serão as grandes apostas em 2017.

1. AI e Machine Learning

As máquinas estão assumindo um papel mais ativo para aprimorar os esforços humanos e melhorar produtos e serviços prestados pelas empresas. Isso tudo por meio da Inteligência Artificial Aplicada e da Aprendizagem Avançada de Máquina, também conhecida como Machine Learning. Estes dois conceitos vão permear quase todas as próximas novidades tecnológicas.

Não é novidade que organizações e usuários de tecnologia estão gerando cada vez mais dados. Um estudo da Business Software Alliance apontou que são criados 2,5 quintilhões de bytes diariamente e que, a cada dois anos, dobramos a taxa de produção de dados em todo o mundo.

Graças à nuvem e sua capacidade de guardar toda essa massa de dados, os negócios estão explorando mais e mais estas bases de informação de maneira inteligente, por meio de algoritmos e da AI, para fazer análises preditivas, gerar valor a marcas, aproveitar vantagens competitivas, criar melhores recomendações e segmentações e, consequentemente, aumentar os lucros.

Há também previsões de que equipamentos e sistemas dotados de aprendizagem avançada poderão substituir postos de trabalho de baixa qualificação e ainda trabalhar em colaboração com profissionais humanos na busca de soluções de problemas complexos. Por estarem cada vez mais conectadas, as máquinas têm maior capacidade de complementar os trabalhos feitos por pessoas e reduzir o custo das operações.

Robôs, veículos autônomos, eletrodomésticos, aplicativos e serviços, como assistentes pessoas virtuais e consultores inteligentes, utilizam o deep learning, um subconjunto de aprendizado que utiliza várias camadas de redes neurais, para trabalhar em uma mesma questão, ao mesmo tempo, como, por exemplo, evitar ações fraudulentas por meio do reconhecimento de imagens.

Em fábricas e escritórios que tenham dispositivos que utilizem o deep learning, os algoritmos se baseiam na ciência comportamental, cognitiva, social e psicológica e ajudam as corporações a atender melhor seus clientes e ainda a influenciar seus funcionários a desempenhar melhor seu trabalho.

Isso porque seres humanos tendem a ser mais emocionais na tomada de decisão, o que provoca comportamentos irracionais. Neste sentido, o algoritmo pode acessar um banco de dados com memória coletiva — que contenha conhecimento já socializado e testado — para alterar positivamente estes comportamentos e completar tarefas de forma objetiva.

O machine learning pode ainda melhorar a experiência do usuário nas plataformas online. Por meio de sistemas cognitivos, serviços e equipamentos são capazes de interpretar uma enorme quantidade de dados e tirar conclusões a partir deles. Considerando que a cada ano o volume de informação será maior, até 2020 grande parte das decisões que tomamos só serão possíveis com o apoio destes sistemas.

A AI também é um importante recurso para que cada vez mais produtos aprendam a interagir com os usuários. Um bom exemplo disso é o Google Home, aparelho que se conecta com todos os serviços do Google do cliente, entre eles e-mails, imagens e histórico de buscas e, por meio de comando de voz, checa informações como compromissos marcados, previsão do tempo ou coloca uma música para tocar.

É muito importante que os negócios ligados ao mercado de tecnologia comecem o quanto antes a planejar seus investimentos em AI e Machine Learning. Isso porque, segundo a consultoria Gartner, para cada dólar destinado à inovação serão gastos mais US$ 7 na execução do projeto, uma vez que um projeto voltado ao aprendizado da máquina poderá necessitar de uso de novas arquiteturas e tecnologias.

2. IoT – Internet das Coisas

Vimos no tópico anterior que a produção de dados está aumentando massivamente a cada ano, certo? Um dos fatores que contribui para isto é o aumento exponencial do número de dispositivos que mandam algum tipo de informação para um banco de dados ou sistema.

Podemos encontrar estes dispositivos em casa, em veículos, no ambiente de trabalho e até em locais públicos, como na rede de iluminação, por exemplo, com sistemas capazes de monitorar remotamente lâmpadas queimadas.

Isso é o que chamamos de Internet das Coisas, ou seja, dispositivos do nosso dia a dia que contam com sensores que registram aspectos do mundo real — entre eles temperatura, umidade, presença, entre outras informações — e os envia a centrais que utilizam estes dados de forma inteligente.

Com isso, a Internet das Coisas agrega valores e proporciona uma visão ampla dos negócios. Imagine uma rede de centenas de bilhões de objetos identificáveis que poderão operar uns com os outros, injetando inúmeros novos produtos, como sistemas GPS, aplicativos que monitoram pacientes fora do consultório ou hospital, tênis que transmitem informações de desempenho do usuário para seu smartphone, geladeiras inteligentes, entre tantos outros.

Na área da saúde, dispositivos wearable podem fornecer dados até mesmo em tempo real para que médicos acessem um histórico sempre atualizado de seus pacientes, caso eles permitam compartilhar estas informações.

Além disso, a Internet das Coisas também ajuda na redução de custos com manutenção e bens de consumo. Graças aos sensores instalados, será possível, por exemplo, prever a melhor data de manutenção de um hardware.

3. VPAs & VCAs

No ano passado, muitas empresas passaram a oferecer soluções baseadas em assistentes por voz para os mais variados fins, inspiradas nos Assistentes Pessoais Virtuais (VPAs) — aplicativos inteligentes que desempenham funções como priorizar e-mails e destacar conteúdos e interações mais importantes.

Neste ano, algumas dessas ferramentas serão utilizadas no mundo corporativo não só para criar fluxos de trabalho, mas também para melhorar o atendimento ao cliente e a eficiência operacional da corporação.

Estas soluções serão oferecidas por meio de Assistentes Virtuais do Cliente (VCAs), aplicativos mais especializados que fazem tarefas de suporte e de vendas com base em Voice-First-Interaction ou por meio de mensagens de texto.

Um exemplo muito bacana de VCA e VPA é a forma como a FedEx está utilizando APIs da Amazon.com para criar um app em que o usuário pode solicitar o envio de uma encomenda acionando a Alexa, sistema inteligente de assistência doméstica da Amazon.

Para que isso aconteça, quem entra em cena é a AI e o Machine Learning, que permitirão que o sistema envie encomendas complexas e obtenha a documentação apenas por meio de uma abordagem baseada na conversação.

A medida poderá ainda melhorar os processos de back-office e o desempenho dos sistemas, bem como a detecção de fraudes. No entanto, o mercado ainda precisa apresentar soluções nas questões relacionadas à autenticação do usuário para a busca e divulgação de informações pessoais.

4. Blockchain

O Blockchain, a tecnologia por trás das moedas virtuais, é uma estrutura de dados que representa uma entrada de contabilidade financeira ou um registro de uma transação. Ele mantém um banco de dados que pode ser visto por todos que estiverem conectados.

Cada transação leva uma assinatura digital para garantir sua autenticidade e também para que ninguém a adultere. Isso aumenta a transparência e a confiança nas transações, considerados de alta integridade.

O blockchain pode ser configurado para trabalhar de várias formas, utilizando mecanismos diferentes para alcançar um consenso sobre transações e, em particular, definir participantes conhecidos na cadeia e excluir todos os outros. Mas apesar de sua aplicação mais conhecida ser no registro das moedas digitais, ele não está restrito à área financeira.

Funciona também para o acompanhamento dos recursos por meio de uma cadeia de suprimento, ou para registrar qualquer coisa que represente valor, como patentes, direitos autorais, registros de propriedades, certidões de casamento, nascimento e óbito. Há basicamente três tipos de utilização:

Registros públicos sem permissão

Operam para usuários conhecidos ou desconhecidos/não confiáveis, que podem acessar a contabilidade e contribuir com transações ou novos conjuntos de dados. O Blockchain Bitcoin trabalha desta forma.

Registros privados com permissão

Operam exclusivamente dentro de uma comunidade definida, pois só podem participar usuários conhecidos/confiáveis, como instituições financeiras e agências governamentais. O acesso e as contribuições são controlados. Exemplos: Chain, Bankchain e Domus Tower

Registros públicos com permissão

Operam em nome de uma comunidade de interesses. O acesso é controlado por meio de regras, como no Ripple.

Esta tecnologia proporciona o compartilhamento de informações, eliminando intermediários e tornando as operações mais ágeis, reduzindo custos e acelerando processos de negócios.

5. Chatbots

Segundo a pesquisa da Gartner e da TechEmergence, divulgada pela Business Insider, até o ano de 2020 quase 90% das interações entre um empreendimento e seus consumidores acontecerão sem um ser humano. Estes atendimentos serão realizados por chatbots, que serão a primeira aplicação de consumo da Inteligência Artificial durante os próximos cinco anos.

Ou seja, negócios que quiserem interagir com seu público de forma cada vez mais dinâmica e engajadora devem começar a investir nesta tecnologia agora. Os chatbots interagem com o consumidor respondendo perguntas, fornecendo informações etc., através de um chat.

A tendência já foi muito aplicada no ano passado e promete melhorar nos próximos. O Facebook permanece como a ferramenta de interação dominante no mercado, no entanto, segundo Ashu Garg, sócio-geral da Foundation Capital, empresa de capital de risco do Vale do Silício, neste ano WhatsApp, WeChat e outras plataformas serão “os combustíveis da inovação em chatbot”.

Isso significa que vamos conviver chatbots cada vez mais relacionados com os sistemas backend das empresas, transformando a maneira como as pessoas conversam com elas. Mas vale dizer que os benefícios em investir nesta inovação não são apenas no que diz respeito a melhorar o contato com o usuário, mas também de reduzir os gastos com atendimento ao cliente.

Vale ressaltar que chatbots são sistemas que simulam ações humanas, como assistentes virtuais. A ideia é facilitar a experiência do usuário que já está acostumado a interagir por mensagens de texto ou áudio pelo smartphone, por exemplo. Estes sistemas dão informações sobre serviços e produtos sem que o usuário tenha que buscar na própria aplicação.

Além disso, bots são mais um exemplo de como a aprendizagem da máquina pode permitir que plataformas reúnam pessoas, recursos e dados para formar grupos de trabalho em tempo real em uma organização. A colaboração é a chave para a transformação digital.

No entanto, para se beneficiar dessa tendência, é importante que as empresas melhorem cada vez mais o processamento de seus datacenters e também a interpretação da linguagem humana pelos seus sistemas.

6. MASA - Aplicativo de Malha e Arquitetura de Serviços

Computadores, smartphones, tablets, smartwatches e outros equipamentos conectados à internet fazem parte de uma malha de dispositivos, um conjunto de pontos que dão acesso a uma aplicação.

Por meio de uma arquitetura de serviços, as APIs são utilizadas em diversas categorias e ao longo das barreiras organizacionais, para equilibrar a necessidade de rapidez e o crescimento no número de serviços com uma composição e reciclagem deles. O Aplicativo de Malha e Arquitetura de Serviços permite uma solução desenvolvida para cada dispositivo e uma experiência contínua ao passo em que eles variam entre esses vários canais.

Por isso, o ideal é investir em soluções para diversos dispositivos dessa malha, explorando as possibilidades de seu crescimento e desenvolvendo novos modelos de interação. Como vimos mais acima, hoje o foco está no desenvolvimento de chatbots e de Voice-First-Interaction (serviços habilitados por voz). Entretanto, a malha digital englobará um grupo cada vez maior de pontos de acesso a softwares e informações.

Ao passado que a malha de dispositivos for crescendo, os modelos de interação e conexão vão se desenvolvendo, resultando em uma maior colaboração entre eles. Isso gera uma base para um novo tipo de experiência digital — frequente e real.

7. Realidade Aumentada e Realidade Virtual

Ao longo deste ano, 30% das empresas Global 2000 voltadas para o consumidor vão utilizar Realidade Aumentada e Realidade Virtual em suas ações de comunicação e marketing, de acordo com pesquisa da IDC. As duas tecnologias serão usadas para melhorar a experiência de compra, elevar o nível das informações digitais e promover um engajamento mais profundo com os clientes.

Elas irão se unir à malha digital para formar um sistema contínuo de aparelhos capazes de lidar com o fluxo da informação em aplicativos e serviços personalizados e relevantes. A integração com a Internet das Coisas e os ambientes dotados de sensores farão dos sistemas imersivos com experiências isoladas e únicas.

8. Arquitetura de segurança

Com a popularização do cloud computing e do uso de SaaS e também do crescimento constante dos ativos digitais, a segurança se tornou um investimento ainda mais estratégico para os negócios baseados em tecnologia.

O crescimento da Internet das Coisas, que permitiu que muitas geladeiras, TVs e até câmeras de monitoramento tenham acesso à internet, a vida dos hackers ficou mais fácil. Isso porque a quantidade de dispositivos que podem ser infectados é ainda maior, podendo inclusive ser utilizado para a formação de uma ofensiva em rede.

Em outubro de 2016, um ataque cibernético interrompeu tirou do ar sites das empresas Twitter, Spotfy, The New York Times e Netflix, entre outros, movimentando mais de 1 terabyte por segundo, com mais de 100 mil bots atacando ao mesmo tempo em ondas crescentes de acesso. O ataque foi controlado pelo Mirai, um malware com código aberto que explora senhas-padrão de aparelhos como câmeras de segurança.

Para garantir a inviolabilidade de todos os sistemas e processos, é preciso traçar uma arquitetura de segurança, com o controle de acesso às redes, gerenciamento de vulnerabilidades, proteção de endpoint e monitoramento básico.

Mas a arquitetura não para por aí. Muitas vezes os hackers têm como alvo aplicações e fontes de conteúdo e serviços individuais intencionalmente abertos ao mundo para promover o desenvolvimento de ecossistemas empresariais.

As organizações precisam de um design de aplicativo com segurança, autoproteção de aplicativos, análise de comportamento de usuário e entidade, proteção de API e ferramentas e técnicas específicas para solucionar as vulnerabilidades dos dispositivos que fazem parte da MASA.

Um ponto interessante é que a AI vai impulsionar a postura preventiva na segurança cibernética, no sentido de analisar os dados e prever ataques, sistemas criminosos e roubos de informação. A segurança irá se tornar mais preditiva, em vez de proativa.

9. SQL e suas variações

Muitos desenvolvedores passaram a utilizar bases NoSQL apenas para obter escalabilidade. Como estes bancos de dados não implementam 100% do ACID, costumam ter um funcionamento mais simples.

Além disso, bancos de dados NoSQL também costumam consumir menos memória e é ligeiramente simples configurar um cluster. No entanto, não adianta termos um banco de dados leve se a estrutura de dados usada para armazenamento não for compatível com a modelagem do sistema que você está utilizando.

Nesse sentido, soluções SQL podem ser mais completas e o mercado já conta com soluções em que é possível escalar. Há ainda ofertas de banco de dados como serviço, como o Cloud SQL, do Google, que ajudam no quesito escalabilidade.

Outra questão muito importante é que, como cada vez mais precisamos analisar um montante grande de dados, as ferramentas de análise popular ainda exigem SQL. A previsão é que ocorra uma unificação de SQL e NoSQL.

10. Hardware como um serviço

O fim do investimento em máquinas. O modelo de Hardware como um Serviço tem sido notado como solução para reduzir custo e aumentar a produtividade de negócios. De acordo com a IDC, 10% das empresas começarão a explorar acordos de PC-as-a-service com fornecedores a partir deste ano.

Nos dias de hoje, o modelo mais utilizado é o de compra das máquinas. No entanto, a aquisição definitiva do aparelho deve deixar de acontecer, uma vez que o equipamento necessita ser frequentemente atualizado. Dessa maneira, a contratação desses softwares como serviço se mostrará mais viável, principalmente se estiverem em um ambiente controlado e flexível, como a cloud.

A Tecnologia da Informação segue para um formato focado no pay per use (pague pelo uso). Esse modelo orienta a contratação de serviços na nuvem e traz vantagens diferenciadas como, por exemplo, provisionamento rápido de acordo com a demanda, além de um capital de investimento bastante em conta.

As empresas vendem o uso de suas redes por meio da internet, o usuário do serviço envia os dados e um programa para processá-los, enquanto o fornecedor faz o processamento e entrega o resultado.

A adoção deste modelo garante manutenção e acompanhamento do funcionamento e ciclo de vida do hardware e suporte completo ao ambiente em cloud, do usuário e do software, além de resolver demandas que interferem na produtividade, como mobilidade, provisionamento rápido, capilaridade, rapidez de mudanças de usuários e perfis de utilização e atualização tecnológica. Tudo isso sem necessidade de renovação total do parque de máquinas.

11. Urgência na nuvem

O armazenamento em nuvem, ou cloud computing, oferece inúmeras vantagens para o mundo corporativo, derrubando barreiras para pequenas empresas e startups ao tornar os recursos tecnológicos mais baratos e flexíveis.

A partir deste ano, os empreendimentos viverão uma transformação digital “em grande escala”, de acordo com a IDC. Em pesquisa recente, a consultoria informou que esta inovação será habilitada pela Terceira Plataforma, composta pela cloud, pela mobilidade, por tecnologias sociais e análise de Big Data.

A transição para a nuvem ganha velocidade, deixando o status de projeto para uma questão de extrema importância e estratégica para os negócios. Ainda segundo a pesquisa, o cloud computing será um facilitador da transformação digital. A ideia é de que até o ano de 2020, 67% da infraestrutura de Tecnologia da Informação e os valores gastos com software do negócio estarão ligados à ferramentas de cloud.

Ao longo dessa alteração, muitos dos negócios vão ser um provedor de serviços em nuvem para o seu próprio mercado, transformando as possibilidades e capacidade em nuvem uma das preocupações da TI, assim como um problema de operações de negócios.

A partir deste ano, começará um movimento em que as empresas passarão a instaurar as suas plataformas de análise onde os dados estão, transformando seus negócios nativos digitais em relação à maneira como seus diretores e todos os colaboradores pensam, o que produzem e como trabalham.

Apesar de que muitas empresas continuam implementando uma arquitetura híbrida e soluções locais, as análises em cloud vão se mostrar cada vez mais como uma solução rápida e escalável. Sairão na frente as empresas que acompanharem o ritmo da economia de transformação digital.

Deu para perceber que muitas das inovações estão relacionadas entre si e vão impactar seu negócio ao longo dos próximos cinco anos, certo? Agora que você já conhece as principais novidades tecnológicas relacionadas à TI corporativa, compartilhe este post nas suas redes sociais.

 



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